Mais uma árvore excepcional: o pinheiro-manso (Pinus pinea L.) situado na N531-1 (Portimão - Alvor), num local apropriadamente chamado Sítio do Pinheiro (Marachique).
Este exemplar, classificado desde 1996, tem uma idade estimada de 200 anos e chama a atenção principalmente pela sua belíssima copa, baixa e ampla (diâmetro médio = 19,43 metros), que proporciona uma excepcional sombra.
Embora com a modesta altura de 9,75 metros , possui um P.A.P. de 4,30 metros.
Podem localizar esta árvore em fotografia aérea nos mapas interactivos do Algarve Digital.
ADENDA: Uma das coisas que nos encanta, quase tanto como encontrar espécimes monumentais, como este pinheiro-manso, é descobrir as histórias humanas que se escondem por detrás dessas árvores.
Surpresa das surpresas, desta vez a história veio ter connosco...e ainda bem! Foi assim que ficámos a saber que esta árvore foi classificada por iniciativa da família Sousa Guerreiro, que não hesitou em perder um dia de praia para tirar fotografias, descobrir o proprietário da árvore e convencê-lo a aceitar a classificação da mesma.
Mas o esforço desta família foi mais longe, estendeu-se à Câmara de Portimão, à qual solicitaram uma dignificação do local e uma placa identificativa para o pinheiro classificado. Situação, infelizmente, até ao presente, nunca concretizada.
Fica feito o público agradecimento a uma família que ajudou a dignificar parte do nosso património natural. Que pena não haver mais portugueses assim...
Podem localizar esta árvore em fotografia aérea nos mapas interactivos do Algarve Digital.
ADENDA: Uma das coisas que nos encanta, quase tanto como encontrar espécimes monumentais, como este pinheiro-manso, é descobrir as histórias humanas que se escondem por detrás dessas árvores.
Surpresa das surpresas, desta vez a história veio ter connosco...e ainda bem! Foi assim que ficámos a saber que esta árvore foi classificada por iniciativa da família Sousa Guerreiro, que não hesitou em perder um dia de praia para tirar fotografias, descobrir o proprietário da árvore e convencê-lo a aceitar a classificação da mesma.
Mas o esforço desta família foi mais longe, estendeu-se à Câmara de Portimão, à qual solicitaram uma dignificação do local e uma placa identificativa para o pinheiro classificado. Situação, infelizmente, até ao presente, nunca concretizada.
Fica feito o público agradecimento a uma família que ajudou a dignificar parte do nosso património natural. Que pena não haver mais portugueses assim...

