Esta é uma oliveira (Olea europaea L.) que, segundo pessoas da própria terra, foi testemunha de muitas histórias de amores e desencantos. Presentemente plantada junto ao castelo (pousada) de Alvito, esta anciã, provavelmente milenar, foi transplantada para este local nas últimas décadas.
Como se pode constatar pela imagem anterior, o seu tronco é oco e está completamente aberto, sendo composto de três partes. Apesar disso, a árvore aparenta um bom estado vegetativo.
O seu P.A.P. é de 6,28 metros, mas a respectiva copa não apresenta porte significativo, provavelmente devido a podas recentes.
Esta oliveira não está classificada como árvore de interesse público, tanto quanto temos conhecimento pelos dados mais recentes da Direcção-Geral dos Recursos Florestais. No entanto, é um dos exemplares referidos no notável trabalho de levantamento feito pelo engenheiro Ernesto Goes, no livro "Árvores Monumentais de Portugal".

O seu P.A.P. é de 6,28 metros, mas a respectiva copa não apresenta porte significativo, provavelmente devido a podas recentes.
Esta oliveira não está classificada como árvore de interesse público, tanto quanto temos conhecimento pelos dados mais recentes da Direcção-Geral dos Recursos Florestais. No entanto, é um dos exemplares referidos no notável trabalho de levantamento feito pelo engenheiro Ernesto Goes, no livro "Árvores Monumentais de Portugal".
Podem localizar esta árvore no WikiMapia, embora não estejam disponíveis para esta região, imagens de satélite de alta resolução. Podem ainda visualizá-la numa imagem do Virtual Earth.